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Polícia investiga agressão de pai contra filho de 9 anos em Patrocínio do Muriaé

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Suspeito impedia criança de ir à escola para esconder os ferimentos; caso é acompanhado pela Polícia Civil, Ministério Público e Conselho Tutelar A Polícia Civil de Minas Gerais está investigando um caso grave de agressão contra uma criança de 9 anos, supostamente cometida pelo próprio pai em Patrocínio do Muriaé. O caso ocorreu na última quinta-feira (8) e foi divulgado nesta segunda-feira (12). De acordo com informações apuradas pela TV Integração, vizinhos acionaram a Polícia Militar e o Conselho Tutelar após suspeitarem que o menino vinha sendo agredido com frequência. Ao chegarem na residência, os policiais encontraram a criança deitada, com diversas marcas pelo corpo, compatíveis com agressões provocadas por um galho de árvore. Com a chegada da polícia, o pai fugiu pelos fundos da casa. A vítima foi imediatamente levada para atendimento médico e, por ora, está sob os cuidados da avó. A mãe, segundo informações das autoridades, não teria condições de cuidar do filho. Durante a ocorrência, o irmão mais velho do menino, localizado na escola, confirmou à Polícia Militar que ele, o irmão e a mãe sofrem agressões constantes do pai, inclusive com o uso de uma vara. O adolescente ainda revelou que o pai impedia o caçula de frequentar a escola para que os ferimentos não fossem percebidos. A princípio, a ocorrência foi registrada pela PM de Eugenópolis como maus-tratos. No entanto, a Polícia Civil avalia a possibilidade de reclassificar o crime como tortura, a depender do avanço das investigações. O suspeito ainda não foi localizado. Como não houve flagrante, ele não é considerado foragido judicialmente. O caso também está sendo acompanhado pelo Ministério Público e pelo Conselho Tutelar, que informou ter tomado providências assim que recebeu a denúncia. A família já havia recebido acompanhamento anterior, e o caso está sendo analisado pelo Fórum de Eugenópolis.

Mulher é agredida e torturada pelo companheiro em Juiz de Fora

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Uma mulher de 42 anos foi brutalmente agredida e submetida a tortura pelo companheiro, de 40 anos, no Bairro Jardim Emaús. Segundo informações do boletim de ocorrência, a vítima foi forçada a ingerir uma larva de mosca — conhecida como berne — e quase foi obrigada a comer fezes de cachorro. O crime ocorreu na última quinta-feira (3), mas só foi confirmado pela Polícia Militar nesta segunda-feira (7). As agressões teriam começado após a mulher se negar a dar dinheiro ao homem, que havia solicitado a quantia para pagar a pensão alimentícia de um filho, fruto de outro relacionamento. Quando ela se negou, as agressões e torturas começaram. Ainda segundo o relato à polícia, a mulher desmaiou durante as agressões. Ao recobrar a consciência, foi colocada pelo agressor sob chuva e frio. Depois, foi trancada em casa com o celular confiscado. A fuga da vítima só foi possível após ela fingir estar dormindo. Em um momento de descuido do companheiro, conseguiu pegar o celular e as chaves, e pediu ajuda à irmã. Enquanto aguardava a chegada da Polícia Militar, a mulher se escondeu em um matagal próximo à residência. Com a chegada dos policiais, o suspeito fugiu em um carro azul e, até a publicação desta matéria, ainda não havia sido localizado. A vítima foi socorrida, levada a um hospital da cidade, atendida e posteriormente encaminhada para a casa da mãe. A Polícia Civil investiga o caso.

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