Polícia Militar promove visita ao Lar Lígia Cunha em ação de aproximação com a comunidade

Rio Pomba — Como parte das atividades do Plano Operacional “PMMG 250 Anos: Polícia de Proximidade, Cuidando do Povo Mineiro”, a Polícia Militar de Rio Pomba realizou uma visita ao Lar Lígia Cunha, instituição que acolhe idosos no município. Durante a ação, os policiais compartilharam momentos de diálogo, carinho e atenção com os residentes, demonstrando o compromisso da corporação com o respeito, a solidariedade e o cuidado com a comunidade. A visita proporcionou instantes de alegria e convivência, fortalecendo os laços de confiança entre a Polícia Militar e os moradores de Rio Pomba, em consonância com os valores que marcam os 250 anos de história da PMMG.
Casal que viveu 43 anos junto morre com diferença de menos de duas horas em São João del Rei

Uma história de amor e companheirismo terminou de forma emocionante em São João del Rei, no Campo das Vertentes. Casados há 43 anos, Sebastião Francisco de Abreu, de 72 anos, e Almezinda Maria da Fonseca de Abreu, de 70, morreram no último sábado (23) com menos de duas horas de diferença. Sebastião enfrentava problemas de saúde há mais de um ano e, nos últimos 40 dias, permaneceu internado na Santa Casa devido a complicações de uma pneumonia e insuficiência cardíaca. Durante todo o período, contou com a presença constante da esposa, que se recusava a deixá-lo sozinho. Na noite de sábado, por volta das 23h, Sebastião não resistiu. Pouco tempo depois, familiares receberam a notícia de que Almezinda havia sofrido um infarto fulminante. Ela não tinha histórico de problemas de saúde e, segundo os filhos, parecia não suportar a separação do companheiro. “Quando o coração do meu pai parou, parece que o da minha mãe também parou junto”, disse Tiago Abreu, um dos dois filhos do casal. Reconhecidos pela fé e pela solidariedade, Sebastião e Almezinda eram figuras queridas no bairro São Dimas. Ela se dedicava a trabalhos voluntários, festas religiosas e à ajuda de vizinhos e pessoas em situação de vulnerabilidade. Já ele, músico e cursilhista, era lembrado pela generosidade e pelo incentivo à oração. O sepultamento reforçou o simbolismo da união: os dois foram enterrados juntos, na mesma sepultura, em meio a homenagens de amigos, vizinhos e religiosos. Para a família, a história não terminou em tragédia, mas como a prova de que o amor verdadeiro pode resistir ao tempo e até mesmo à morte.