Homem é suspeito de agredir companheira e manter família em cárcere privado em Cataguases

Um homem de 40 anos é procurado pela polícia após ser acusado de agredir a companheira e manter ela e os quatro filhos trancados dentro de casa, em Cataguases, na Zona da Mata mineira. O caso aconteceu na quinta-feira (6), mas foi confirmado pela Polícia Militar apenas na segunda-feira (10). De acordo com a PM, os militares foram acionados por denúncias e, ao chegarem ao local, encontraram a mulher, de 27 anos, presa dentro da residência com as crianças. Ela relatou ter sido agredida pelo marido após uma discussão motivada por ciúmes e contou que o homem estava embriagado no momento da agressão. A vítima estava em período de puerpério, já que havia dado à luz recentemente. O recém-nascido também estava trancado no imóvel. Para resgatar a família, os policiais precisaram cortar o cadeado do portão. Após o resgate, a mulher foi encaminhada ao hospital para atendimento médico, enquanto as crianças foram entregues ao avô materno. A polícia não informou há quanto tempo a vítima e os filhos estavam em cárcere privado. O suspeito fugiu antes da chegada dos policiais e, até esta terça-feira (11), não havia sido localizado. A Polícia Civil informou que o caso está sendo investigado pela Delegacia de Cataguases e que uma medida protetiva foi solicitada para garantir a segurança da vítima e dos filhos.
Mulher é indiciada por homicídio qualificado e ocultação de cadáver em Ervália

Uma jovem de 24 anos foi indiciada por homicídio qualificado e ocultação de cadáver após colocar fogo no próprio filho recém-nascido e abandonar o corpo em um pasto na cidade de Ervália, Minas Gerais. O crime ocorreu em outubro do ano passado e foi investigado pela Polícia Civil. Segundo informações divulgadas pela corporação nesta quarta-feira (26), a mulher, cuja identidade não foi revelada, manteve a gravidez em sigilo e não buscou atendimento médico durante todo o período gestacional. De acordo com as investigações, ela deu à luz sozinha em casa e, em seguida, levou o bebê para um pasto, onde ateou fogo nele. O crime veio à tona quando funcionários de uma pedreira na região encontraram o corpo do recém-nascido. A polícia foi acionada e deu início às investigações. Com base em laudos periciais, depoimentos e exames de DNA, os investigadores confirmaram a maternidade da suspeita em relação à vítima. O delegado responsável pelo caso, Eduardo Freitas da Silva, afirmou que todas as provas colhidas ao longo da investigação embasaram o indiciamento da jovem pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que agora avaliará se oferece denúncia contra a mulher. Até o momento, a jovem responde ao processo em liberdade.