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Quase 50 pessoas são presas em operação contra o Comando Vermelho na Zona da Mata; chefes locais estão entre os detidos

Operacao Mp Tocantins

Uma grande ação integrada entre forças de segurança de Minas Gerais e do Rio de Janeiro resultou na prisão de 46 pessoas ligadas ao Comando Vermelho na manhã desta terça-feira (18). A operação, batizada de “Meetinghouse”, alcançou dois chefes da organização criminosa que atuavam na Zona da Mata mineira. Segundo o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), ambos estavam escondidos no estado do Rio de Janeiro. As demais prisões ocorreram em Tocantins (14), Ubá (8), Rio Pomba (2), Além Paraíba (1) e Eugenópolis (1). Além dos detidos, a operação apreendeu drogas, armas, munições, bombas artesanais e diversos materiais usados pelo grupo. Ao todo, cerca de 60 mandados judiciais foram cumpridos, incluindo apreensão de veículos e de valores utilizados em atividades criminosas. A operação integra a 12ª fase da “Hércules”, da Polícia Militar, e teve como objetivo desarticular núcleos do Comando Vermelho envolvidos em crimes violentos cometidos em Minas Gerais. Participaram da ação cerca de 100 agentes, entre policiais militares mineiros, promotores do MPMG e do Ministério Público do Rio de Janeiro, policiais do Centro de Segurança Institucional, policiais penais dos dois estados e servidores do Ministério Público. Balanço parcial da operação:

Operação desmantela megaesquema de furto de cobre que movimentou R$ 30 milhões em MG, RJ e BA

Operacao 4

Uma operação da Polícia Civil realizada nesta quarta-feira (12) desarticulou uma organização criminosa interestadual especializada no furto e revenda de fios de cobre. O grupo, considerado o maior da Zona da Mata mineira, teria movimentado mais de R$ 30 milhões nos últimos anos. A ação, chamada “Cyprium II”, cumpriu mandados em oito cidades de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia. Ao todo, 14 pessoas foram presas, sendo 11 em Juiz de Fora, 1 em Vitória da Conquista (BA) e 2 em São José do Vale do Rio Preto (RJ). Também foram expedidos 38 mandados de busca e apreensão, com apreensão de grande quantidade de cobre ainda não contabilizada. Segundo a Polícia Civil, o esquema envolvia funcionários e ex-funcionários de empresas de telefonia e internet, que usavam uniformes e ordens de serviço falsificadas para facilitar os furtos. O material subtraído em cidades como Juiz de Fora, Viçosa, Ubá, Cataguases e Visconde do Rio Branco era processado e enviado para empresas na Bahia e no Rio de Janeiro. De acordo com o delegado Márcio Rocha, apenas em dois meses o grupo movimentou cerca de R$ 3 milhões em Juiz de Fora. Em 2024, foram registrados mais de 1.400 furtos ligados à quadrilha, que também chegou a levar objetos de cemitérios, como lápides e imagens sacras. Um homem de 29 anos, dono de um ferro-velho em Juiz de Fora, foi apontado como chefe do esquema na região. Ele já havia sido preso na primeira fase da operação, em setembro, por receptação qualificada. A “Cyprium II” contou com o apoio do Núcleo Regional de Inteligência de Juiz de Fora e da Delegacia de Visconde do Rio Branco, sendo considerada uma das maiores ações já realizadas em Minas Gerais contra o furto e a receptação de fios de cobre.

Polícia Militar de Rio Pomba alerta sobre golpe de falsos membros de facções após operação

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Uma alerta feita pelo sargento Noceli, da Polícia Militar, chama a atenção de comerciantes para um novo golpe que tem circulado após uma operação policial realizada recentemente. Segundo o policial, diversos comerciantes relataram ter recebido ligações telefônicas de pessoas que se identificam como integrantes de facções criminosas, exigindo pagamentos para a suposta liberação de presos. O sargento reforça que tudo não passa de um golpe e orienta que nenhuma transferência ou pagamento seja realizado. “Esses indivíduos utilizam informações pessoais para tentar dar credibilidade à história e amedrontar as vítimas, mas são apenas estelionatários se aproveitando do momento”, destaca Noceli. De acordo com o comunicado, a prática não é nova. Situações semelhantes já haviam sido registradas após o carnaval, quando criminosos também tentaram se aproveitar do clima de apreensão gerado por operações policiais. A Polícia Militar alerta que os golpistas costumam usar dados básicos — como nomes, endereços ou informações públicas — para convencer as vítimas de que estão sendo monitoradas por facções. No entanto, trata-se de uma tática de intimidação para extorquir dinheiro.

Governo do RJ confirma 121 mortos em megaoperação; moradores dizem ter encontrado dezenas de corpos em áreas de mata

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O governo do Rio de Janeiro confirmou nesta quarta-feira (29) que 121 pessoas morreram na megaoperação policial realizada nos complexos do Alemão e da Penha contra o Comando Vermelho. Segundo o secretário da Polícia Civil, delegado Felipe Curi, entre as vítimas estão quatro policiais e 117 suspeitos. A ação é considerada a mais letal da história do estado. Moradores do Complexo da Penha afirmam que, após os confrontos, encontraram mais de 70 corpos em áreas de mata, especialmente na região da Vacaria, na Serra da Misericórdia, onde houve intensa troca de tiros. Os corpos teriam sido levados para a Praça São Lucas, na Estrada José Rucas, para facilitar o reconhecimento por familiares. Curi, porém, afirmou que foram localizados 63 corpos na mata. A contagem oficial passou por divergências. Na terça (28), o governo havia informado 64 mortos, incluindo quatro policiais. Na manhã seguinte, o governador Cláudio Castro (PL-RJ) confirmou apenas 58 mortos — 54 suspeitos e quatro policiais — sem explicar a diferença. Mais tarde, a cúpula da segurança atualizou o número para 119 mortos, e, por fim, chegou ao total de 121. Curi também informou que 113 pessoas foram presas, sendo 33 de outros estados, como Amazonas, Ceará, Pará e Pernambuco. O secretário destacou que haverá perícia para determinar se todos os corpos encontrados têm relação com a operação. O governador Cláudio Castro classificou a ação como um “sucesso” e afirmou que apenas os quatro policiais mortos são “vítimas”. Questionado sobre os corpos encontrados por moradores, ele respondeu que a contagem oficial começa apenas quando os corpos chegam ao Instituto Médico-Legal (IML). O ativista Raull Santiago, que ajudou a retirar corpos da mata, relatou o cenário de horror. “Em 36 anos de favela, nunca vi nada parecido. É algo brutal e violento num nível desconhecido”, disse. Os moradores deixaram os corpos sem camisa para agilizar o reconhecimento por parentes, expondo tatuagens e marcas corporais. Segundo relatos, muitos apresentavam ferimentos de bala e alguns estavam desfigurados. O reconhecimento oficial das vítimas está sendo feito no prédio do Detran ao lado do IML, no Centro do Rio, onde o acesso é restrito à Polícia Civil e ao Ministério Público. Em outro momento, moradores levaram seis corpos em uma Kombi até o Hospital Estadual Getúlio Vargas. O veículo chegou em alta velocidade e deixou o local logo em seguida.

Operação “Hércules X” desarticula facção do Comando Vermelho na Zona da Mata mineira: quase 20 presos e uso de menores no crime

Operacao Hercules X

Uma megaoperação deflagrada na manhã desta terça-feira (21) resultou na prisão de 19 pessoas suspeitas de integrar uma facção criminosa ligada ao Comando Vermelho, que vinha expandindo sua atuação na Zona da Mata mineira. Batizada de “Hércules X”, a ação foi conduzida pelo Ministério Público de Minas Gerais, em parceria com o Gaeco e o 21º Batalhão da Polícia Militar, e teve como objetivo conter o avanço do grupo, acusado de tráfico de drogas, recrutamento de menores, ameaças a policiais, confrontos armados e homicídios, incluindo casos de “justiçamentos” — execuções internas dentro da facção. Ao todo, foram cumpridos 32 mandados de busca e apreensão, 19 de prisão temporária, 5 de internação de adolescentes e 2 de bloqueio de imóveis em Visconde do Rio Branco, Juiz de Fora, Ubá, Viçosa, Rodeiro e até no Rio de Janeiro. Mais de 100 agentes participaram da operação, com apoio de helicóptero, cães farejadores e drones. Durante as buscas, foram apreendidos 17 celulares, um computador, maconha, balança de precisão, câmeras de vigilância, munições, R$ 8.709 em dinheiro, veículos e até pássaros silvestres mantidos em cativeiro. As investigações apontam que a facção vinha se fortalecendo em Visconde do Rio Branco e expandindo sua influência para municípios vizinhos. Jovens e adolescentes eram aliciados para atuar como “soldados do tráfico”, colocando em risco suas vidas e a segurança das comunidades. A Polícia Militar informou ainda que alguns dos presos são suspeitos de participação direta em execuções sumárias e disputas internas dentro da própria organização. Com a operação, as autoridades esperam enfraquecer a estrutura criminosa e restabelecer a sensação de segurança na região.

Operação ‘Caça Fantasma’ prende dez suspeitos de envolvimento com organização criminosa na Zona da Mata

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Visconde do Rio Branco e Guiricema, MG – Uma operação de combate ao crime organizado resultou na prisão de dez pessoas na manhã desta quarta-feira (28), nos municípios de Visconde do Rio Branco e Guiricema, na Zona da Mata mineira. A ação, batizada de Caça Fantasma, tem como foco o enfrentamento ao tráfico de drogas e a crimes violentos atribuídos a uma organização criminosa que atua na região. De acordo com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), foram cumpridos 11 mandados de prisão temporária e 13 de busca e apreensão. A operação foi coordenada pelo Grupo de Ação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e mobilizou cerca de 50 policiais militares, servidores do Ministério Público e quatro promotores de Justiça. Durante o cumprimento dos mandados, os agentes apreenderam dispositivos eletrônicos, motocicletas, quantias em dinheiro e diversos outros materiais ligados às investigações. A Justiça também determinou o confisco de todos os veículos e valores financeiros pertencentes ou utilizados pela organização criminosa, embora o montante total não tenha sido divulgado. Segundo o MPMG, a operação tem como objetivo conter o avanço da criminalidade na região e enfraquecer as estruturas de atuação do grupo criminoso.

Polícia Militar realiza operação contra o tráfico de drogas e crime organizado em Rio Pomba

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A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) deflagrou, na manhã desta sexta-feira (21), uma operação em cumprimento a mandados judiciais de busca e apreensão no bairro Jardim América, em Rio Pomba. A ação teve como objetivo o combate ao crime organizado, ao tráfico de drogas e ao porte ilegal de arma de fogo na região. Durante a operação, dois suspeitos foram presos em flagrante e um vasto material foi apreendido, incluindo munições, drogas e equipamentos utilizados para o fortalecimento do tráfico. Resultados da Operação: A ação, conduzida pela 4ª RPM, 21º BPM, 35ª Cia e 4º Pelotão, reforça o compromisso da Polícia Militar no combate ao tráfico de drogas e na segurança da população. As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos na atividade criminosa.

Polícia Militar e Ministério Público deflagram operação e prendem foragidos da Justiça em Ubá e Visconde do Rio Branco

Na manhã desta terça-feira (25), a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), em conjunto com o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), deflagrou a Operação Shenzi/Hercules III, com o objetivo de combater o tráfico de drogas e crimes violentos, incluindo homicídios, cometidos por membros de uma organização criminosa atuante nas cidades de Ubá e Visconde do Rio Branco. De acordo com as investigações, o grupo criminoso possuía conexões com facções do Rio de Janeiro, como o Comando Vermelho (CV) e o Terceiro Comando Puro (TCP). A operação, iniciada em janeiro, foi concluída nesta terça-feira com expressivos resultados: A Polícia Militar ressaltou seu compromisso incansável na proteção da sociedade, reforçando o enfrentamento contra o crime organizado e garantindo mais segurança para os cidadãos de bem.

Polícia Militar prende foragidos da Justiça em Rio Pomba e Mercês

Na última quarta-feira (19/02), a Polícia Militar realizou a prisão de dois foragidos da Justiça em operações distintas nas cidades de Rio Pomba e Mercês. Em Rio Pomba, no final da tarde, durante patrulhamento, os militares receberam informação de que um homem com mandado de prisão em aberto estava circulando pela Rua Vereador Carlos Mendes Peixoto. De posse das características repassadas, a equipe conseguiu localizar e abordar o suspeito, um homem de 42 anos. Após consulta ao sistema informatizado, foi confirmada a existência do mandado de prisão contra ele. Já no início da noite, em Mercês, a guarnição foi acionada para comparecer ao Fórum da cidade, situado na Praça Bias Fortes. Durante uma audiência, foi emitido um mandado de prisão contra uma mulher de 40 anos, que foi imediatamente detida pelos militares. Os dois presos foram conduzidos ao hospital para a realização de exames de praxe e, em seguida, encaminhados à Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis.

Polícia Militar realiza mega operação em Rio Pomba e região, integrante do comando vermelho é preso

Nesta segunda-feira (17), o 21º Batalhão de Polícia Militar (21º BPM) realizou a Operação Hércules II, cumprindo mandados de prisão e de busca e apreensão nas cidades de Ubá, Visconde do Rio Branco, Rio Pomba, São Geraldo, Mercês e Rodeiro, na Zona da Mata mineira. A operação foi planejada com o objetivo de intensificar o combate ao crime organizado, tráfico de drogas, porte ilegal de armas de fogo e homicídios na região. Um dos principais alvos da operação foi um integrante da facção criminosa Comando Vermelho, que, segundo informações preliminares, estaria recrutando pessoas em cidades como Astolfo Dutra, Piraúba, Rio Pomba, Rodeiro e Ubá para integrar a organização criminosa. 𝐍ú𝐦𝐞𝐫𝐨𝐬 𝐝𝐚 𝐎𝐩𝐞𝐫𝐚çã𝐨 𝐇é𝐫𝐜𝐮𝐥𝐞𝐬 𝐈𝐈 Também foram apreendidos 9 celulares, que devem ser periciados para aprofundar as investigações e identificar possíveis conexões entre os presos e outros crimes na região. A Operação Hércules II reafirma o compromisso da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) com a segurança da população, promovendo ações incisivas para combater a criminalidade.

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