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Gêmeo com deficiência é encontrado morto em Juiz de Fora e irmã é presa por abandono de incapaz

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Um jovem de 24 anos, com deficiência física e intelectual, foi encontrado morto na tarde de quinta-feira (28) dentro da casa onde morava, no Bairro Ipiranga, em Juiz de Fora. O corpo estava enrolado em um cobertor, debaixo de uma escada, e foi localizado após vizinhos acionarem a Polícia Militar por causa do forte mau cheiro vindo da residência. A vítima era gêmeo de uma jovem de 24 anos, que tinha a guarda dele e também era responsável pela administração dos recursos financeiros e pelo recebimento da pensão destinada ao seu sustento. Segundo a polícia, o rapaz era totalmente dependente de cuidados, mas a irmã não estava no local no momento em que o corpo foi encontrado. Ela foi localizada pouco tempo depois e presa em flagrante. De acordo com os policiais que atenderam a ocorrência, não foi possível verificar de imediato se havia sinais de violência no corpo, devido ao avançado estado de decomposição. Em nota, a Polícia Civil confirmou a prisão da jovem pelos crimes de abandono de incapaz com resultado morte e ocultação de cadáver. O caso está sendo investigado pela 1ª Delegacia de Polícia Civil de Juiz de Fora, que pretende apurar integralmente as circunstâncias da morte. O delegado responsável, Luciano Vidal, explicou que a perícia e os exames do Instituto Médico-Legal serão fundamentais para esclarecer as causas do óbito e se houve, além do abandono, a prática de homicídio. A prisão da irmã gerou grande repercussão entre vizinhos e conhecidos da família, já que o jovem era visto como extremamente vulnerável em razão da sua condição de saúde.

Mulher é indiciada por homicídio qualificado e ocultação de cadáver em Ervália

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Uma jovem de 24 anos foi indiciada por homicídio qualificado e ocultação de cadáver após colocar fogo no próprio filho recém-nascido e abandonar o corpo em um pasto na cidade de Ervália, Minas Gerais. O crime ocorreu em outubro do ano passado e foi investigado pela Polícia Civil. Segundo informações divulgadas pela corporação nesta quarta-feira (26), a mulher, cuja identidade não foi revelada, manteve a gravidez em sigilo e não buscou atendimento médico durante todo o período gestacional. De acordo com as investigações, ela deu à luz sozinha em casa e, em seguida, levou o bebê para um pasto, onde ateou fogo nele. O crime veio à tona quando funcionários de uma pedreira na região encontraram o corpo do recém-nascido. A polícia foi acionada e deu início às investigações. Com base em laudos periciais, depoimentos e exames de DNA, os investigadores confirmaram a maternidade da suspeita em relação à vítima. O delegado responsável pelo caso, Eduardo Freitas da Silva, afirmou que todas as provas colhidas ao longo da investigação embasaram o indiciamento da jovem pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que agora avaliará se oferece denúncia contra a mulher. Até o momento, a jovem responde ao processo em liberdade.

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