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Homem mata idoso com porrete em fazenda de Santos Dumont e tenta despistar polícia usando celular da vítima

Delegacia De Santos Dumont

Um idoso de 66 anos foi encontrado morto em uma fazenda na zona rural de Santos Dumont, na manhã de domingo (21). Ele apresentava um ferimento grave na cabeça, causado por um golpe de porrete. O suspeito, de 35 anos, confessou o crime e foi preso em flagrante. De acordo com a Polícia Militar (PM), o corpo foi descoberto após um primo da vítima receber mensagens estranhas enviadas do celular do idoso. Ao chegar ao local, ele encontrou o familiar caído no chão, já sem vida, em meio a muito sangue. Ainda segundo a PM, o suspeito estava na cena do crime, demonstrando nervosismo e dando informações contraditórias. Pouco depois, admitiu ter cometido o homicídio, alegando que agiu “sob emoção” após ser acusado de furto pela vítima no dia anterior. Na tentativa de enganar os investigadores, o homem usou o celular do idoso para enviar mensagens de socorro e até compartilhou a foto de outra pessoa, tentando incriminá-la. A farsa, no entanto, foi descoberta: a imagem mostrava a rachadura da tela do aparelho, que correspondia ao celular apreendido com o suspeito. Com base na confissão e nas provas reunidas, o homem foi preso por homicídio qualificado e levado à delegacia de plantão. A Polícia Civil segue investigando o caso para apurar se houve premeditação ou participação de terceiros.

Médica e advogado são presos por suspeita de mandar matar irmão e sobrinho em disputa por herança de R$ 30 milhões em MG

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Crime chocou a população da Zona da Mata mineira e foi executado por falsos policiais civis; outros três suspeitos também foram presos. Uma médica e seu marido, advogado, foram presos junto a outras três pessoas, suspeitas de envolvimento no assassinato brutal de dois familiares na zona rural de Guidoval, na Zona da Mata de Minas Gerais. As vítimas, de 55 e 22 anos, eram respectivamente irmão e sobrinho da investigada, e foram mortos no dia 19 de dezembro de 2023. Segundo a Polícia Civil, o crime foi motivado por uma disputa envolvendo uma herança milionária, estimada em R$ 30 milhões em propriedades rurais. A investigação aponta que os assassinatos foram meticulosamente planejados e executados por homens que se passaram por policiais civis. Utilizando roupas e distintivos falsos, os suspeitos abordaram pai e filho na propriedade rural da família, afirmando que havia mandados judiciais contra eles e exigindo que os acompanhassem. No caminho, ainda dentro do carro, as vítimas teriam reagido e entrado em luta corporal com os criminosos. O veículo acabou saindo da pista e se acidentando. Testemunhas relataram ter ouvido disparos logo após o acidente. Ao chegarem ao local, encontraram os dois mortos: o homem com um tiro na cabeça e o jovem com marcas de tiros na cabeça e nas costas. Além dos homicídios, os falsos policiais ainda invadiram a casa de um vizinho, onde roubaram os celulares de um idoso e de seu neto antes de fugirem. A caminhonete usada pelos criminosos foi localizada posteriormente, abandonada no município de Rodeiro, a cerca de 20 km de Guidoval. A Polícia Civil realizou a Operação “Éris” na quarta-feira (7), em referência à deusa da discórdia na mitologia grega. A escolha do nome, segundo os investigadores, remete diretamente ao contexto do crime: uma disputa familiar intensa movida por interesses patrimoniais. Durante a operação, além das prisões, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão. Foram localizados valores expressivos em dinheiro, cheques, armas de fogo, munições e outros materiais relevantes para as investigações. Um helicóptero foi utilizado para dar suporte às equipes policiais. A médica e o advogado são apontados como os mandantes do crime. Os outros três presos, com idades de 30, 37 e 41 anos, teriam participado diretamente da execução. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados até o momento. Familiares das vítimas já haviam apontado a investigada como suspeita, relatando ameaças anteriores e a presença de uma caminhonete suspeita rondando a casa dias antes do crime. O caso continua sob investigação, e a polícia busca identificar eventuais cúmplices e rastrear os recursos financeiros envolvidos na disputa pela herança.

Mulher é indiciada por homicídio qualificado e ocultação de cadáver em Ervália

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Uma jovem de 24 anos foi indiciada por homicídio qualificado e ocultação de cadáver após colocar fogo no próprio filho recém-nascido e abandonar o corpo em um pasto na cidade de Ervália, Minas Gerais. O crime ocorreu em outubro do ano passado e foi investigado pela Polícia Civil. Segundo informações divulgadas pela corporação nesta quarta-feira (26), a mulher, cuja identidade não foi revelada, manteve a gravidez em sigilo e não buscou atendimento médico durante todo o período gestacional. De acordo com as investigações, ela deu à luz sozinha em casa e, em seguida, levou o bebê para um pasto, onde ateou fogo nele. O crime veio à tona quando funcionários de uma pedreira na região encontraram o corpo do recém-nascido. A polícia foi acionada e deu início às investigações. Com base em laudos periciais, depoimentos e exames de DNA, os investigadores confirmaram a maternidade da suspeita em relação à vítima. O delegado responsável pelo caso, Eduardo Freitas da Silva, afirmou que todas as provas colhidas ao longo da investigação embasaram o indiciamento da jovem pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver. O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), que agora avaliará se oferece denúncia contra a mulher. Até o momento, a jovem responde ao processo em liberdade.

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