Militares de Mercês, Silveirânia, Rio Pomba e Tabuleiro são homenageados na Assembleia Legislativa de Minas Gerais

No dia 1º de setembro, militares do 4º Pelotão da 35ª Companhia foram agraciados com votos de congratulações na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), durante Sessão da Comissão de Segurança Pública. A homenagem reconhece os bons serviços prestados pelos policiais militares em suas comunidades e o compromisso diário com a segurança da população. A entrega foi conduzida pelo deputado estadual Sargento Rodrigues, presidente da comissão, e pelo deputado Grego da Fundação, relator da proposta. Foram homenageados: Ten Abner, Sgt Vanderlei, Sgt Duílio, Sgt Castegliani, Sgt Lobato, Sgt Adalberto, Sgt Winder, Sgt Krepke, Sgt Demolinari, Sgt Mesquita, Sgt Rael, Sgt Simplício, Cb Kátia, Cb Gabriela, Cb Ricardo, Cb Ladislau, Cb Villela, Cb Lima, Cb Salmont, Cb Alves, Sd Otávio, Sd Simeão, Sd João Victor e Sd Bellei. Entre os agraciados, estão militares que atuam diretamente nos municípios de Mercês, Silveirânia, Rio Pomba e Tabuleiro, reforçando a representatividade regional na solenidade. A iniciativa reforça o reconhecimento da sociedade mineira e do Poder Legislativo ao trabalho da Polícia Militar, que, com dedicação e profissionalismo, contribui para a segurança e o bem-estar da população.
Casal que viveu 43 anos junto morre com diferença de menos de duas horas em São João del Rei

Uma história de amor e companheirismo terminou de forma emocionante em São João del Rei, no Campo das Vertentes. Casados há 43 anos, Sebastião Francisco de Abreu, de 72 anos, e Almezinda Maria da Fonseca de Abreu, de 70, morreram no último sábado (23) com menos de duas horas de diferença. Sebastião enfrentava problemas de saúde há mais de um ano e, nos últimos 40 dias, permaneceu internado na Santa Casa devido a complicações de uma pneumonia e insuficiência cardíaca. Durante todo o período, contou com a presença constante da esposa, que se recusava a deixá-lo sozinho. Na noite de sábado, por volta das 23h, Sebastião não resistiu. Pouco tempo depois, familiares receberam a notícia de que Almezinda havia sofrido um infarto fulminante. Ela não tinha histórico de problemas de saúde e, segundo os filhos, parecia não suportar a separação do companheiro. “Quando o coração do meu pai parou, parece que o da minha mãe também parou junto”, disse Tiago Abreu, um dos dois filhos do casal. Reconhecidos pela fé e pela solidariedade, Sebastião e Almezinda eram figuras queridas no bairro São Dimas. Ela se dedicava a trabalhos voluntários, festas religiosas e à ajuda de vizinhos e pessoas em situação de vulnerabilidade. Já ele, músico e cursilhista, era lembrado pela generosidade e pelo incentivo à oração. O sepultamento reforçou o simbolismo da união: os dois foram enterrados juntos, na mesma sepultura, em meio a homenagens de amigos, vizinhos e religiosos. Para a família, a história não terminou em tragédia, mas como a prova de que o amor verdadeiro pode resistir ao tempo e até mesmo à morte.