Polícia Militar prende dois homens por tráfico de drogas em Mercês

Ação ocorreu após denúncias anônimas sobre intensa movimentação de usuários em uma residência no bairro São Geraldo Na noite de sábado (8 de novembro de 2025), uma operação da Polícia Militar resultou na prisão de dois homens por tráfico de drogas em Mercês. A ação aconteceu por volta das 21h50, na Rua Catarina Barbosa da Silva, no bairro São Geraldo. De acordo com informações da PM, a operação foi deflagrada após denúncias anônimas e levantamentos que indicavam movimentação constante de usuários em uma residência da região. Durante a ação, os militares abordaram um homem que havia acabado de sair do imóvel. Com ele, foi encontrada uma porção de maconha. O abordado confessou ter comprado a droga de um morador da casa. Diante da informação, os policiais solicitaram e obtiveram autorização do proprietário do imóvel, um homem de 57 anos, para entrar na residência. Durante as buscas, os militares localizaram uma barra de substância análoga à maconha, uma balança de precisão e quantia em dinheiro trocado em um dos quartos ocupados pelo suspeito principal, de 20 anos. O homem foi preso em flagrante e alegou que a droga seria para consumo pessoal. Entretanto, sua companheira, uma adolescente de 17 anos, declarou espontaneamente que o homem “às vezes, vende” o entorpecente. O celular apreendido com o suspeito também recebeu diversas mensagens durante o registro da ocorrência, indicando pedidos de compra de drogas, o que reforçou as evidências de tráfico. A adolescente foi encaminhada ao Conselho Tutelar, e os materiais apreendidos.
Polícia Militar de Rio Pomba alerta sobre golpe de falsos membros de facções após operação

Uma alerta feita pelo sargento Noceli, da Polícia Militar, chama a atenção de comerciantes para um novo golpe que tem circulado após uma operação policial realizada recentemente. Segundo o policial, diversos comerciantes relataram ter recebido ligações telefônicas de pessoas que se identificam como integrantes de facções criminosas, exigindo pagamentos para a suposta liberação de presos. O sargento reforça que tudo não passa de um golpe e orienta que nenhuma transferência ou pagamento seja realizado. “Esses indivíduos utilizam informações pessoais para tentar dar credibilidade à história e amedrontar as vítimas, mas são apenas estelionatários se aproveitando do momento”, destaca Noceli. De acordo com o comunicado, a prática não é nova. Situações semelhantes já haviam sido registradas após o carnaval, quando criminosos também tentaram se aproveitar do clima de apreensão gerado por operações policiais. A Polícia Militar alerta que os golpistas costumam usar dados básicos — como nomes, endereços ou informações públicas — para convencer as vítimas de que estão sendo monitoradas por facções. No entanto, trata-se de uma tática de intimidação para extorquir dinheiro.
Mãe denuncia agressão contra filho de 1 ano em creche de Juiz de Fora; polícia investiga

Uma mãe de 26 anos denunciou à Polícia Militar que seu filho, de 1 ano e 11 meses, teria sido agredido dentro de uma creche municipal no Bairro Bandeirantes, em Juiz de Fora. O caso foi registrado como lesão corporal na última quinta-feira (21) e está sob investigação da Polícia Civil. Segundo o relato, a criança chegou da instituição no dia 20 de agosto com arranhões e vergões nas costas. Fotos das marcas foram divulgadas pela mãe nas redes sociais. “Ele fica na creche de 7h às 17h. Assim que chegou, levantei a blusa e vi os arranhões. No dia seguinte, eu e o pai fomos até a creche, mas a diretora disse que poderia ser alergia ou que ele encostou em algo. As marcas continuaram, então procurei a delegacia e o exame constatou a agressão”, contou. A Polícia Civil informou que o caso foi registrado na 4ª Delegacia de Polícia Civil e que tramita sob sigilo por envolver criança. Em nota, a Prefeitura de Juiz de Fora afirmou que a Supervisão de Apoio Pedagógico das Instituições Parceiras (SAPIP) foi comunicada e iniciou os encaminhamentos cabíveis. A gestão municipal destacou que, no momento em que os pais estiveram na unidade, a mãe mostrou as supostas marcas, mas afirmou que já haviam desaparecido. A coordenação da creche alegou não ter recebido nenhum relato de professores ou da própria criança sobre situações que pudessem ter causado os ferimentos. Ainda segundo a Prefeitura, a situação está sendo acompanhada pela rede de proteção da criança, com acompanhamento da Supervisão de Mediação e Acompanhamento do Educando. A Secretaria de Educação também declarou manter diálogo com a família e reforçou que repudia qualquer prática que não esteja pautada pelo cuidado, acolhimento e caráter educativo em suas instituições.