Após sofrer aborto, mulher sequestra bebê no RJ e é presa em Cataguases

Uma mulher de 29 anos foi presa nesta terça-feira (16), em Cataguases, na Zona da Mata mineira, suspeita de sequestrar uma bebê de 8 meses e a irmã dela, de 7 anos, no Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Civil, a suspeita teria perdido recentemente o filho que esperava e afirmou a parentes que a criança raptada era dela. De acordo com as investigações, a mulher viajou ao Rio de Janeiro, onde teria sequestrado as duas meninas no Morro da Providência, região central da capital. A criança de 7 anos foi encontrada ainda no mesmo dia, sozinha, às margens da BR-116, em Guapimirim, na Baixada Fluminense. Já a bebê foi levada pela suspeita para Minas Gerais. O delegado Giovane Dantas informou que a mulher é natural de Cataguases e foi localizada na casa de familiares, no bairro Leonardo. Ao retornar do Rio, ela teria dito aos parentes que a bebê era sua filha. A Polícia Civil apura se o crime está relacionado à perda da gestação. As crianças foram encaminhadas ao Conselho Tutelar. A suspeita foi levada ao sistema prisional e deve responder por subtração de incapaz, abandono e tentativa de homicídio. O caso veio à tona após o desaparecimento da bebê e da mãe na quinta-feira (11). A outra filha, de 7 anos, também sumiu, mas foi encontrada horas depois. A mãe das crianças foi localizada em estado grave no Hospital Getúlio Vargas, na Penha, Zona Norte do Rio, com cerca de 30% do corpo queimado. Segundo a polícia, a mulher saiu com a bebê do Morro da Providência e circulou pelo Complexo da Maré na sexta-feira (12). No sábado (13), câmeras de segurança registraram a suspeita em uma loja, já a caminho de Cataguases. Moradores relataram que a mulher havia prometido comprar roupas para as crianças e ajudar financeiramente a mãe, que vive em situação de vulnerabilidade. No dia do desaparecimento, ela teria pedido que a mãe levasse os documentos das filhas.
Gêmeo com deficiência é encontrado morto em Juiz de Fora e irmã é presa por abandono de incapaz

Um jovem de 24 anos, com deficiência física e intelectual, foi encontrado morto na tarde de quinta-feira (28) dentro da casa onde morava, no Bairro Ipiranga, em Juiz de Fora. O corpo estava enrolado em um cobertor, debaixo de uma escada, e foi localizado após vizinhos acionarem a Polícia Militar por causa do forte mau cheiro vindo da residência. A vítima era gêmeo de uma jovem de 24 anos, que tinha a guarda dele e também era responsável pela administração dos recursos financeiros e pelo recebimento da pensão destinada ao seu sustento. Segundo a polícia, o rapaz era totalmente dependente de cuidados, mas a irmã não estava no local no momento em que o corpo foi encontrado. Ela foi localizada pouco tempo depois e presa em flagrante. De acordo com os policiais que atenderam a ocorrência, não foi possível verificar de imediato se havia sinais de violência no corpo, devido ao avançado estado de decomposição. Em nota, a Polícia Civil confirmou a prisão da jovem pelos crimes de abandono de incapaz com resultado morte e ocultação de cadáver. O caso está sendo investigado pela 1ª Delegacia de Polícia Civil de Juiz de Fora, que pretende apurar integralmente as circunstâncias da morte. O delegado responsável, Luciano Vidal, explicou que a perícia e os exames do Instituto Médico-Legal serão fundamentais para esclarecer as causas do óbito e se houve, além do abandono, a prática de homicídio. A prisão da irmã gerou grande repercussão entre vizinhos e conhecidos da família, já que o jovem era visto como extremamente vulnerável em razão da sua condição de saúde.
Polícia Civil investiga morte de recém-nascida encontrada às margens de rio em MG

A Polícia Civil está investigando a morte de uma recém-nascida cujo corpo foi encontrado às margens do Rio do Peixe, no Bairro Beira Rio, em Lima Duarte, na manhã do último sábado (29). Até o momento, ninguém foi preso. De acordo com o delegado responsável pelo caso, José Márcio de Almeida Lopes, foram solicitados laudos periciais para esclarecer as circunstâncias da morte. O corpo da recém-nascida foi encontrado por um adolescente de 16 anos, que imediatamente chamou um vizinho para acionar o Corpo de Bombeiros. Quando os socorristas chegaram, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) já havia confirmado o óbito da criança, que ainda estava com o cordão umbilical e a placenta. Segundo a Polícia Militar, o corpo da bebê apresentava sinais de queimaduras solares, indicando que ficou exposto por um longo período.